Espiando pela Fresta - Sibélia Zanon e Fátima Seehagen

Espiando pela Fresta - Sibélia Zanon e Fátima Seehagen

Espiando pela Fresta
Sibélia Zanon e Fátima Seehagen 

 

Para maiores informações, acesse o site: www.graal.org.br

Veja as datas das Sessões de Autógrafos em Porto Alegre, Gramado, São Paulo, Campinas e Brasília! 


Há pequenos encontros e desencontros que experimentamos pela vida e pela imaginação e deixamos esquecidos em uma esquina da memória. Espiando pela fresta fala de coisas pequenas como as asas de uma joaninha, um telhado por onde vazam sonhos e um vizinho curioso. Mas quem disse que essas coisas não guardam surpresas? 

De cada encontro colhemos uma dose de aconchego ou de inspiração e dos desencontros pode nascer uma semente poderosa, capaz de virar árvore crescida dentro de cada um. 

Espiando pela fresta tem o cotidiano como palco. As 22 frestas do livro têm o olhar curioso para questões que apaixonam ou incomodam, sempre questões que tocam num ponto sensível da vida. 

Sonho alado, texto que abre o livro, leva a um questionamento sutil sobre as prisões que inventamos e as liberdades conquistadas. A menina ganha um pássaro que acompanha o seu crescimento através das frestas de uma gaiola. Nasce um paralelo entre a prisão do bicho e a liberdade da menina e o questionamento sobre o mundo adulto, que busca preservar um espaço sem amarras. 

A crônica que dá nome ao livro narra os encontros de uma criança com a moradora do apartamento vizinho. Até quando aquele menino espiaria a vizinha chegar em casa ao final do dia? E quanto isso agradaria ou aborreceria a vizinha, acostumada ao anonimato da cidade grande? 

A prosa de Sibélia Zanon busca o poético e, com frequência, mergulha na infância: espaço propício para as descobertas da existência e também território simples e despretensioso, capaz de revelar as verdades complexas da vida adulta. 

Os textos são acompanhados de ilustrações de Fátima Seehagen, ilustrações que abrigam o lúdico e presenteiam o leitor com espaço expandindo para imaginar, contemplar e saborear os próprios pensamentos.